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  • Primeiras impressões de Big Walk: a beleza de se perder entre amigos

    Primeiras impressões de Big Walk: a beleza de se perder entre amigos

    As primeiras impressões de Big Walk é o que trago para vocês depois de me aventurar ontem no novo jogo dos criadores de Untitled Goose Game. O título chegou em 4 de agosto de 2026 ao PS5, Switch 2, PC via Steam e Mac App Store. Como já tínhamos adiantado aqui no site, Big Walk entrou direto no catálogo da PS Plus, e resolvi aproveitar a oportunidade para experimentar algo que não costumo fazer: jogar um multiplayer cooperativo com os amigos. Joguei a versão de PlayStation 5 e, após pouco mais de duas horas na companhia de dois parceiros, posso dizer que a estreia foi muito, muito boa.

    Trailer de lançamento de Big Walk

    Assista ao trailer oficial de Big Walk e veja um pouco da ilha exuberante, dos puzzles cooperativos e do charme característico da House House.
    Gostou do que viu? Continue lendo as primeiras impressões de Big Walk logo abaixo.

    A simplicidade do crossplay e do tutorial

    Cheguei um pouco antes do horário combinado e já fui criando a sala onde jogaríamos. Um dos meus amigos estava no PC (Steam) e, confesso, achei que o crossplay pudesse travar em algum momento. Não travou. O processo é absurdamente simples: nome da sala, senha e pronto. Tudo fluiu sem qualquer atrito. Enquanto esperávamos o terceiro integrante, em vez de olharmos para uma tela de lobby estática, o jogo nos colocou em uma espécie de tutorial interativo para aprendermos os comandos básicos. A espera ficou muito menos monótona e já deu o tom do cuidado da House House com os detalhes.

    Chat por proximidade: a comunicação que vira mecânica

    Assim que o grupo se formou, tive a sensação nítida de que Big Walk é um jogo sobre descobertas (e gambiarras) que fazemos ao explorar aquele mundo. O chat de voz por proximidade logo se mostrou um acerto enorme: ouvir a voz dos amigos sumir à medida que se afastavam, ecoar em corredores ou ficar abafada atrás de uma parede adicionou uma camada de imersão e diversão que não esperava. Tão divertido quanto foi ir descobrindo aos poucos pequenas mecânicas, como a possibilidade de subir em cima de outro jogador para alcançar um ponto elevado, ou os inúmeros itens espalhados pelo cenário — rádios, binóculos, bolas e outras bugigangas que incentivam a bagunça criativa.

    Puzzles cooperativos e descobertas que viram risada

    A progressão se dá por meio de puzzles, e o que encontramos até aqui mostrou uma variedade bem-vinda. Alguns exigiram um tempo de raciocínio em grupo, outros dependeram mais de coordenação e timing. As falhas, quase sempre, viraram motivo de gargalhada, e acredito que isso seja parte essencial da experiência agradável que o jogo entrega. É o tipo de game em que errar junto é tão recompensador quanto acertar.

    Primeiras-impressoes-de-Big-Walk-1024x577 Primeiras impressões de Big Walk: a beleza de se perder entre amigos

    Uma ilha de tirar o fôlego e o ciclo de dia e noite

    Parte desse encanto vem do cenário. Big Walk se passa em uma ilha que é, simplesmente, lindíssima. Há paisagens de tirar o fôlego, daquelas que fazem você parar e pensar “valeu a pena estar aqui”. O ciclo de dia e noite não é apenas cosmético: ele altera de verdade as condições de luz, obrigando o grupo a se adaptar para não se perder ou para concluir uma tarefa em andamento. Em mais de uma ocasião, o sol se pôs bem no meio de um puzzle e tivemos que improvisar às pressas com lanternas e comunicação por perto — mais uma vez, as tais gambiarras.

    Primeiras impressões de Big Walk

    Não sei exatamente qual é a métrica usada para dividir o jogo, mas ontem conseguimos duas chaves, que funcionam como marcos de progresso após resolver os enigmas de uma área. Tudo o que vivemos até ali serviu para sedimentar meu interesse. É importante deixar claro: estas são as Primeiras impressões de Big Walk, baseadas em apenas uma sessão inicial. Não há como cravar nada definitivo sobre a duração total, a curva de desafio ou o desfecho. Ainda assim, o saldo dessas primeiras horas é empolgante e animador.

    Agora, a torcida é para que eu consiga juntar os amigos novamente e seguir explorando, rindo e me perdendo (de propósito ou não) nesse mundinho cooperativo que já me conquistou. Se você procura uma experiência focada em conversa, descoberta e boas risadas, acompanhe aqui no Caixa de Pixels as próximas impressões — e prepare o convite para a sua própria caminhada.

  • Demo Lumines Arise Chega ao PS5 e PC: Minhas Primeiras Impressões

    Demo Lumines Arise Chega ao PS5 e PC: Minhas Primeiras Impressões

    A tão aguardada demo Lumines Arise foi lançada hoje para PS5 e PC, e eu, como um fã incondicional da série, corri para experimentar assim que foi possível.

    E que viagem sensorial! Minha sensação imediata é que os desenvolvedores capturaram a essência viciante do clássico Lumines e a mergulharam no espetáculo audiovisual imersivo do Tetris Effect.

    Sou um grande fã de Lumines desde os tempos do PSP, em que Lumines 2 me fisgou completamente. Anos depois, vivi a experiência transcendental com o Tetris Effect no primeiro PlayStation VR – estar imerso naquela fusão de música e luz é algo realmente memorável.

    A demo Lumines Arise parece ser a evolução natural dessa fórmula, e a espera pelo lançamento oficial em novembro ficou ainda mais difícil.

    Lumines Arise – trailer da demo | PS5, PC & PSVR2

    Assista ao trailer oficial da demo e veja a fusão hipnótica de luz e som que aguarda em Lumines Arise! A experiência fica ainda melhor em realidade virtual no PSVR2 no lançamento.

    A Experiência da Demo

    Na demo Lumines Arise, pude experimentar três fases fantásticas do modo Jornada (meu favorito no Tetris Effect) e também testar um dos modos do multiplayer, o Burst Battle.

    A jogabilidade clássica de limpar blocos 2×2 no ritmo da música está afiadíssima, e a trilha sonora é simplesmente eletrizante, me fazendo balançar a cabeça o tempo todo.

    A grande surpresa foi o multiplayer. Enfreitei outro jogador que estava no PC e perdi de lavada. Isso mesmo, a demo Lumines Arise já confirma o crossplay entre PS5 e PC, o que é uma excelente notícia para a comunidade.

    Uma pena que a demo não saiu com suporte ao PSVR2, minha plataforma preferida. No entanto, os desenvolvedores já garantiram que o modo realidade virtual estará pronto para o lançamento do game completo em 11 de novembro.

    Detalhes Oficiais da Demo de Lumines Arise

    Conforme anunciado pelos desenvolvedores no blog da PlayStation, a demo Lumines Arise está disponível até 3 de setembro. Ela inclui três estágios single-player e o modo multiplayer Burst Battle para testes de rede.

    A versão final do jogo chegará em 11 de novembro de 2025, e a pré-venda já está aberta na PS Store com 10% de desconto para assinantes do PS Plus.

    O jogo promete acessibilidade para todos os jogadores, com um tutorial interativo e opções como “No Stress Lumines” para quem quer apenas relaxar com a música.

    A Edição Digital Deluxe ainda trará avatares exclusivos baseados em Tetris Effect, Rez Infinite, Humanity e até o Astro Bot!

    A demo Lumines Arise é um aperitivo e tanto e solidifica o game como um dos jogos mais esperados do ano para mim. Não deixem de experimentar!